História

Definição: Agnotologia

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Ciência da ignorância

“Ignorância é a noite que começa o abismo.”
Victor Hugo – Os Quatro Ventos do Espírito – 1881

Definição de agnotologia

Etimologia : do inglês agnotologia, composto pelo prefixo privado em-, Grego gnsis, conhecimento, conhecimento e o sufixo -logy, Grego lgos, estudo, ciência, discurso, discurso.

oagnotologia ou ciência da ignorância é um nologismo criado em 1992 por Robert Proctor, Professor de História da Ciência (Stanford University), para designar oestudo das várias formas de ignorância e, em particular, como a empresa produz, mantém ou propaga.

A agnotologia analisa os mecanismos cognitivos que levam à formação de dúvidas na população, em particular os métodos utilizados pela lobbies quando seus interesses são ameaçados por revelações científicas. É assim que a indústria do tabaco americana há muito tempo financia e promove “estudos” enganosos sobre os supostos benefícios do fumo.

“Sabemos menos, mas as tabaqueiras também subsidiam, com somas consideráveis, pesquisas biomédicas muito boas, em áreas como virologia, genética, imunologia, por exemplo. Vários ganhadores do Prêmio Nobel já tiveram seus trabalho financiado desta forma. família, etc., para limpar cigarros. “
Robert Proctor citado por Le Monde – Ignorância: receitas para produzir, manter e difundir – 3 de junho de 2011)

Os métodos de produção de ignorância usados ​​pelos fabricantes de cigarros têm sido imitados por grandes empresas em muitas outras áreas sempre que seus interesses financeiros estão em jogo e / ou o estado pode ser tentado a regular a atividade econômica:

  • uso de pesticidas,
  • perigo de certas drogas,
  • aquecimento global,
  • nocividade das ondas eletromagnéticas do telefone,
  • extração de gás de xisto,
  • etc.

Exemplos de estratégias agnotológicas implementadas:

  • Financie “think tanks” que pagam cientistas para realizar estudos visando frustrar os argumentos de seus detratores.
  • Publicar livros, relatórios, fóruns de forma que se assemelhe à produção científica (notas de rodapé, referências, etc.), mas que não siga os canais usuais.
  • Sempre faça mais pesquisas para dar a ilusão de que ainda há debate entre os cientistas sobre a questão.
  • Introduzir novas expressões na linguagem com uma conotação menos negativa do que aquelas que procuram substituir.
  • Use fóruns online que geram discussões intermináveis ​​e espalham informações.
  • Provocar debates nos meios de comunicação que, por uma questão de objetividade, apresentam dois pontos de vista contraditórios e não tomam partido.

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